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Luto e seu impacto nas empresas – Autores da CI

Postado em 7/28/2021 9:27:17 AM

A morte entrou de vez na pauta da Comunicação Interna (CI) nas organizações. Se antes da pandemia da Covid-19 a forma como comunicar o falecimento de um colaborador ou de lidar com o luto de outro talvez não fossem temas tratados pela área, agora se torna urgente saber a melhor forma para apoiar aqueles que vivem a dor da perda – tanto quando um colega de trabalho se vai, quanto quando um colaborador perde um ente querido.

Como falar sobre o luto

Falar sobre o assunto pode ser um primeiro passo, quer seja com a promoção de palestras de sensibilização para preparar as pessoas a acolher o luto do outro e estabelecer uma relação de confiança – por meio de atitudes mais do que de palavras -, quer seja com a realização de rodas de conversa, como um espaço de fala intencional e de escuta genuína.

O luto é vivido na sua singularidade

Ana Claudia Quintana Arantes, autora do livro “A morte é um dia que vale a pena viver”, traz em sua fala no Tedx Talks lá de 2013: “Quando a doença encontra um ser humano ela produz uma melodia única, que se chama sofrimento. As doenças se repetem nas pessoas. Mas o sofrimento, não. O sofrimento é único, cada um tem o seu”.  

O luto é vivido na sua singularidade. Talvez esse seja o recado mais importante para cada um de nós, como um convite ao exercício mais do que necessário da empatia.

Como a Comunicação Interna pode ajudar

Durante o processo de luto, contar com uma rede de apoio é bastante importante. Também no ambiente de trabalho, é importante ter em mente alguns conselhos que não ajudam, como pedir ao enlutado para ser forte e não chorar ou para não falar no assunto ou dizer que vai passar, ainda que de forma bem intencionada.

O que ajuda é informar os demais colaboradores sobre a perda de alguém próximo a um colega e orientar sobre como acolher. Não fugir, não desviar o olhar, conversar e escutar são atitudes super positivas, ainda que possamos nos sentir desconfortáveis pela dificuldade do assunto. Por isso, uma política para o atendimento ao luto nas empresas consistente e amplamente comunicada pode ser algo bem-vindo.

Saiba mais: Informar é fundamental. Comunicar é estratégico.

Sobre a autora:

Graduada em Comunicação Social, com ênfase em Relações Públicas pela UFRGS. Sócia fundadora da FALE Consultoras.
Certificada Chief Happiness Officer Feliciência e em Cultura de Segurança Psicológica The Four Stages of Psychological Safety / Instituto Feliciência. Facilitadora em Felicidade Interna Bruta FIB-Feliciência.
Facilitadora do Grupo de Estudos de Comunicação e Ações Motivacionais na ABRH-RS desde 2018. Líder facilitadora de processos e pessoas formada pelo programa Germinar/EcoSocial. Membro e anfitriã do Art Of Hosting, comunidade de práticas de conversas significativas.

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